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há, atadas em minhas pernas, minha língua, minhas mãos, frases de quases e nãos. têm-me coxo, mudo, frouxo, verso escrito nas paredes ...
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se pudesse, esconderia teus pesadelos; nem as velhas moças que arrumam a casa sequer os perceberiam, nuvens escuras, fumaças negras em pote...
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enquanto passa o vento que me beija, entro em meu silêncio e fecho a porta. uma ponta de saudade ainda me corta e dói-me pelos olhos sem...
e as folhas de outono renascem nas mãos que lhes dão abrigo.
ResponderExcluirTambém gostei do poema, o coloquei na minha página do facebook. Não deixe de lêr o texto Cigarro.
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