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enquanto passa o vento que me beija, entro em meu silêncio e fecho a porta. uma ponta de saudade ainda me corta e dói-me pelos olhos sem...
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o som sai da boca para quem toca as cordas do violão a voz que é tanta arranha a garganta e é bom que arranhe assim a veia salt...
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sinto-me preso por ter sido solto num mundo de alegrias e grilhões. noites sem sono, noites sem dono, dias que vêm em vão. tanto corri atrás...
e as folhas de outono renascem nas mãos que lhes dão abrigo.
ResponderExcluirTambém gostei do poema, o coloquei na minha página do facebook. Não deixe de lêr o texto Cigarro.
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